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Ao completar 242 anos de existência no próximo dia 29 de abril, Guaratuba tem um motivo todo especial a ser comemorado. A ave Guará Eudocimus ruber, que deu origem a termologia “Guaratuba”, através da expressão indígena: Guará “pássaros”, tuba “muitos”, já faz parte do cenário exuberante da baía de Guaratuba, estando de volta ao seu habitat. Quem afirmar isso são os pesquisadores do Instituto GUAJU, entidade não governamental que desde 2008 desenvolve um projeto de monitoramento do retorno da espécie no município. Semanalmente, são realizadas saídas a campo para o avistamento da ave, que já pode ser visualizada com certa facilidade em bandos que variam de 10 a 75 aves em momentos de alimentação junto aos baixios da baía de Guaratuba. Segundo o coordenador do projeto, Marcos Wasilewski, as aves já estão nidificando, ou seja, formando colônias de reprodução. Já encontramos ninhais destas aves na baía, bem como filhotes juvenis sobrevoando a região, ressalta o pesquisador. O projeto de monitoramento do retorno do Guará tem o apoio do renomado pesquisador Msc Pedro Scherer e compõe um projeto de mestrado da UFPR. A primeira ave registrada pelo projeto ocorreu em julho de 2008, quando uma única ave foi registrada oficialmente após 80 anos do ultimo relato fotográfico na região. O Guará trata-se de uma das mais belas aves existentes no Brasil, e que na atualidade encontra-se na lista Vermelha de Aves Ameaçadas do Paraná, sendo considerada criticamente ameaçada.  Para o diretor executivo da ONG, Fabiano Cecilio da Silva, o ganho com o retorno dos guarás a Guaratuba, é imensurável, pois além do resgate de um símbolo cultural do município, isto demonstra mais uma vez a qualidade ambiental da região, que deve ser considerada como um diferencial para o desenvolvimento sustentável da região, pois num futuro próximo poderemos ter passeios turísticos a baía para avistamento desta bela ave. Ressalta ainda, que a ave deve servir de exemplo quando se trata de exploração desordenada de uma espécie, haja vista que por conta da caça desmedida foi extinta da região em questão. Se não cuidarmos do modo com que exploramos os recursos naturais, isso poderá ocorrer com outras espécies, conclui o diretor. Fazem parte deste projeto enquanto pesquisadores, Marcos Wasilewski, Fabiano Cecilio da Silva, Luiz Antônio M. Filho, Rosane Patrícia Fernandes e o fotógrafo Clécio Tkachechen, tendo o apoio do Sr. Beto eletricista.

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